Empresa é multada por operar drones em áreas restritas

A empresa Skypan International, que já vinha respondendo a um processo desde 2015 sob a alegação de voar em áreas ilegais chegou a um acordo com o FAA (órgão regulador nos EUA).

A multa, que inicialmente era de $ 1,9 milhão por voar sobre 65 áreas ilegais de Nova Iorque e Chicago, foi acordada em $ 200 mil com maiores penalidades caso a empresa não a pague ou volte a infringir a lei.

Em seu comunicado a empresa não contestou e nem confirmou as infrações e pontuou algumas datas de início de regulação, além de frisar que nunca teve acidentes e/ou colocou a segurança e privacidade das pessoas em risco.

Drones em áreas urbanas devem obedecer a legislações específicas de cada país quanto ao espaço aéreo do local.

Esta penalização e multa acabam sendo um marco nesta nova tecnologia e mostram que, pelo menos a agência reguladora americana, se manterá rígida quanto a voos em áreas proibidas ou ilegais.

Enquanto a Skypan International é uma grande empresa, o que acaba a deixando sob os holofotes de agências e fiscalização, serve o alerta para empresas menores e mesmo pessoas físicas.

A tendência é que mesmo os drones menos potentes cheguem com bloqueios cada vez mais complexos que limitam a área de voo ou impedem a decolagem caso a pessoa esteja dentro de uma área ilegal.

Mas mesmo gravações em áreas permitidas podem gerar problemas legais para seus autores caso coloquem a privacidade ou segurança de propriedades em jogo, por isso, todo cuidado é pouco na análise de imagens aéreas captadas para filmes comerciais.

Reveja nosso post sobre os questionamentos quanto à segurança envolvendo drones e saiba um pouco mais sobre o que pode ou não ser feito com eles.

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Graduado em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos, já passou por diversos ramos da comunicação e atuou no Brasil e Canadá. Atualmente trabalha em São Paulo onde executa as funções de filmmaker e editor.

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